1ºde julho ✔ Sessão Extra Paulo e Estêvão – O musical

1ºde julho ✔ Sessão Extra Paulo e Estêvão – O musical

Teatro Rival e Cia. Teatral Mensageiros apresentam:

Paulo e Estêvão – O musical

A saga do rabino que se tornou um dos maiores apóstolos do cristianismo 

Atendendo a pedidos, o Teatro Rival e Cia. Teatral Mensageiros reapresentam no dia 01 de julho, às 16h, a peça teatral “Paulo e Estêvão – O Musical” baseada nos best-seller ditado pelo espírito Emmanuel e psicografado por Chico Xavier, em 1941. O espetáculo aborda a diversidade da história da humanidade, da política, da relação humana e seus propósitos em conhecimento e questionamentos diante da fé religiosa. Liberdade e opressão, poder e arbitrariedade, bem como preconceitos classistas e fanatismo religioso estão em cena, espelhando lutas que ainda hoje movimentam nossa sociedade.

Quem era Paulo de Tarso? Um fariseu perseguidor de cristãos, mas predestinado por determinação divina a pregar o Evangelho em toda a Terra. Conhecido como Saulo, se dedicava à perseguição dos primeiros discípulos de Jesus na região de Jerusalém. Durante uma viagem entre Jerusalém e Damasco, numa missão para capturar fiéis e leva-los presos, Saulo teve uma visão de Jesus envolto numa grande luz. Ficou cego, mas teve a visão recuperada após três dias por Ananias, que também o batizou. Começou, então, a pregar o Cristianismo. Juntamente com Simão Pedro e Tiago – o Justo, ele foi um dos mais proeminentes líderes do nascente cristianismo. Paulo de Tarso, também foi chamado de Apóstolo Paulo, Saulo de Tarso e São Paulo foi um dos mais influentes escritores do cristianismo primitivo, cujas obras compõem parte significativa do Novo Testamento. A influência que exerceu no pensamento cristão, chamada de “paulinismo”, foi fundamental por causa do seu papel como preeminente apóstolo do Cristianismo durante a propagação inicial do Evangelho pelo Império Romano.

O espetáculo que será apresentado o Teatro Rival, na Cinelândia, foi repensado em forma de musical, tendo como convidados cantores experientes e famosos no movimento da música transcendental, tais como Anatasha Meckenna, Marcelo Daimom e Ariovaldo Filho. Reúne músicas clássicas como “Noite e dia” (de Allan Filho), “Alma”, “Olhar o céu” (Ambas de Marielza Tiscate), “Doutrina de amor” (de Fábio Leite) e mais nove canções que demostram a grandeza, o amor, os sonhos do ser humano e a fé na imortalidade da alma, em um cenário em que o Cristianismo e o Império Romano disputavam a posse das almas, num cenário de misérias e esplendores.

Os cenários foram projetados com a moderna tecnologia do Lightworks e reproduzem, através de vídeos e imagens, variados ambientes da Roma e Jerusalém do passado, cujo material precioso advindo de universidades de outros países foi trazido ao Brasil pelo diretor do espetáculo, e também historiador, Caíque Assunção. Os figurinos constituem, igualmente, parte valiosa dessa pesquisa histórica, visto que as armaduras de centuriões e generais, espadas, adagas e escudos, estandartes das legiões e etc, são réplicas autênticas trazidas da Europa e dos EUA. Tudo isto fará o público voltar a um passado histórico de há 2000 anos. A peça estreou em 2006, no Rio de Janeiro, tendo sido apresentada em outros estados (São Paulo, Pará, Bahia, Minas Gerais, etc) e agora retorna aos palcos em forma de musical.

A peça propõe o diálogo, os questionamentos, os medos, a fé, o conhecimento, a poesia e a crítica ao estilo de vida a partir do distanciamento da vida comum pré-estabelecida pela sociedade, onde ambiciona contribuir diretamente para a autoanálise de si, do eu com os feitos da história de outros. O Espelho convexo do homem moderno, visando à análise da perda de um ser sem sonhos, sem ilusões e utopias de vida. Busca assim contribuir na reflexão do poder que a fé possuiu sobre nossa forma de estabelecer a vida, nas rotulações feitas a todo tempo pelos meios de comunicações e por nós mesmos, quando um membro não se encaixa a esse padrão de sociedade.

Experiente e reconhecida pela qualidade de seus espetáculos, a Cia. Teatral Mensageiros foi fundada em 1998 com a estreia da peça “Há 2000 anos”, no teatro João Caetano. Surgiu quando atores e amantes da arte espírita/espiritualista e afins juntaram-se para levar aos palcos arte transcendental, ou seja, peças que ultrapassem os limites da experiência, que trabalha a intervenção de um princípio que lhe é superior. A companhia não visa o proselitismo, mas, sim, informar e participar deste grande movimento da arte transcendental que abrange peças de teatro variadas, músicas e até mesmo filmes norte-americanos (Ghost, Amor além da vida, O Sexto Sentido e etc).


FICHA TÉCNICA

. Adaptação e Direção: Caíque Assunção

. Elenco: Anatasha Meckenna, Anderson Fernandes, Ariovaldo Filho, Caíque Assunção, Dario Ralm, Jerusa Castellucci, Marcelo Daimom, Mathias Gomes, Saint-Clair de Castro, Tales Abreu, Tuninho Rosamalta.

. Iluminação: Pri lanter

. Multimídia: Alê Wolf

. Produção: Fernanda Santos


Serviço

Teatro Rival – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia. Data: 01 de julho (Domingo). Horário: 16h. Abertura da casa: 15h. Duração do espetáculo: 90 minutos. Censura: 10 anos. www.www.teatrorivalpetrobras.com.br. Ingressos: Setores A e B – R$ 60 (Inteira), R$ 30 (meia-entrada ou doação de 1kg de alimento não perecível na bilheteria). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública e Assinantes O Globo