22/01 ~ Fênix

‘MINHA BOCA NÃO TEM NOME’ NO RIO DIA 22 DE JANEIRO

Única apresentação será no Teatro Rival

“Derivado do melhor álbum de Fênix, ‘Minha boca não tem nome’, o show também se impõe como o momento áureo nos palcos deste cantor” Mauro Ferreira (G1)

O pernambucano Fênix celebrou 25 anos de carreira com o lançamento do disco ‘Minha Boca não tem nome’, apontado pela crítica como seu melhor trabalho. Em um país cada vez mais dividido e polarizado, a arte cura. O disco fala desse momento do Brasil, das cisões e polarizações, além de reafirmar posicionamentos e questões que sempre permearam a obra do artista. O show volta aos palcos do Rio em única apresentação no dia 22 de janeiro, no Teatro Rival. O espetáculo ganhou 5 estrelas do jornalista Mauro Ferreira (G1), um dos mais importantes críticos de música do país.

Com direção artística de André Brasileiro, o show apresenta o repertório do disco homônimo, mas também músicas nunca gravadas por Fênix, como ‘Chama’ – grande sucesso de Joanna -, ou extraídas de álbuns anteriores, como ‘Língua do P’, de Gilberto Gil. “Pensamos em blocos com canções do disco e fora dele para compor o repertório com os temas: política, humanidade, sexualidade, religiosidade e relações amorosas para o bem ou para o mal”, explica Fênix. “Assim como no CD, também exponho e retifico minha sexualidade. Celebro minha religião ao homenagear o orixá que me deu minha voz – Iansã. E canto sobre minha necessidade de amar, ser amado e toda decepção e glória intrínsecas neste jogo da vida”, complementa.

No palco, Fênix é acompanhado pela mesma banda que gravou o CD: Guilherme Kastrup (bateria, percussões e atmosphere), Jaime Alem (violões e guitarra), Alberto Continentino (baixo e baixo synth) e Dustan Galas (teclados, guitarra e synth). Um espetáculo assumidamente político, como faz questão de frisar o cantor: “o show aprofunda o pensamento de refletir e questionar sobre humanidade e o que de nobre nos motiva a seguir adiante. Entretanto, ao tocar de forma ácida no assunto político, tem um lado: o lado da democracia”.

Com produção de Guilherme Kastrup (responsável pelos aclamados discos da Elza Soares, ‘A mulher do fim do mundo’ e ‘Deus é mulher’) e Jaime Alem (que foi maestro de Maria Bethânia por mais de 30 anos), o CD ‘Minha Boca não tem nome’ traz inéditas de Moreno Veloso, Pedro Luís, César Lacerda, Álvaro e Ivor Lancelotti, além de um lado B de Caetano Veloso, de Reginaldo Rossi e uma canção de Sergio Sampaio, ‘Roda Morta’ com uma letra que parece ter sido escrita para esses dias: “O triste em tudo isso é isso tudo/A sordidez do conteúdo desses dias maquinais/E as máquinas cavando um poço fundo entre os braçais/eu mesmo e o mundo dos salões coloniais/Colônias de abutres colunáveis/Gaviões bem sociáveis vomitando entre os cristais”.

SERVIÇO

Data: 22 de Janeiro (Quarta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h.
Ingressos: R$ 60,00  (Inteira), R$ 30,00 (meia-entrada).
Compre seu ingresso online clicando aqui http://bit.ly/IngressosTeatroRival2020_2GIaEKp

Bilheteria: Terça a Sexta, das 13h às 21h | Sábados e Feriados, das 16h às 21h


Censura: 18 anos.
Capacidade: 350 pessoas.
Meia-entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública e Assinantes do Jornal O Globo

Teatro Rival
Rua Álvaro Alvim, 33/37, Cinelândia – Rio de Janeiro. www.teatrorival.com.br

Metrô/VLT: Estação Cinelândia

Informações: (21) 2240-9796